
Quanto vale a presença de um (a) amigo (a) em nossas vidas?
Desde o que se conhece dos primórdios da história do homem, a grande máxima é:
Não é possível viver sozinho.
Mas, de que adianta estar cercado de tantas pessoas, se nenhuma delas se importa de verdade conosco?
Existe uma estória já bem conhecida, contida no livro "O Pequeno Príncipe", que aborda o diálogo entre a raposa e o principezinho.
O pequeno príncipe se depara com a raposa e a considera muito bonita. Resolve, então, convidá-la para brincar e se tornar sua amiga. Mas, a raposa nega o convite, dizendo que não poderia ser sua amiga pois não havia sido cativada. O príncipe, então, pergunta:
O que vem a ser CATIVAR?
A raposa define: Cativar é criar laços.
Cativa-me e serei sua amiga, disse a raposa.
Existem muitas pessoas ao nosso redor, mas não conseguimos criar laços com todas elas.
E muitas não estão interessadas em criar laços conosco.
Como nasce, então, a amizade? Como surge um amigo?
Afinidades, cumplicidade, troca, transparência, sinceridade, são paravras que podem definir o que existe entre dois amigos.
Mas, o que importa é que um amigo pode salvar o dia. Também salvar a vida.
Pode tirar do poço e apresentar um caminho melhor.
Ele pode ajudar na caminhada. E pode parar para descansar conosco.
Amigo não pode mentir, mas pode usar moderação para dizer a verdade.
Amigo não pode fazer chorar, mas pode mexer com nossa emoção.
Tenho amigos (as) pra tudo isso. Por isto sou feliz.
Tem preço isto?